O poeta é um fingidor.
Finge tão completamente
Que chega a fingir que é dor
A dor que deveras sente.
E os que lêem o que escreve,
Na dor lida sentem bem,
Não as duas que ele teve,
Mas só a que eles não têm.
E assim nas calhas de roda
Gira, a entreter a razão,
Esse comboio de corda
Que se chama coração.
Fernando Pessoa (1888-1935)
Começo por um poema, não é um ao calhas, é o que eu escolhi para recitar dia 12 perante a minha turma... Vergonha!!!!!!
Continuando, o espirito Natalicio dos gatos mantém-se inalterado desde a ultima vez que cá escrevi, acho que passam mais tempo a dormir por causa do frio, e ainda para mais com os seus novos casaquinhos eles amam aquilo.


Quando estão com os casacos andam esquesitos mas depois passa-lhes, para eles desde que estejam quentinhos tudo bem!
Está quase a chegar as ferias!!!
Beijos